Mel Piquenique das Artes

As circunstâncias presentes são especiais. O Mel – Piquenique das Artes com o formato de proximidade que construímos é desaconselhado. Isso não nos impede de assinalar a 4ª edição do festival, integrada na solução encontrada construtivamente pelo Município de Vila Nova de Famalicão: “ANIMA-TE”. A programação do Mel, realizar-se-á nos dias 13, 15, 16, 22 e 29 de Agosto de 2020, no Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão.
O tema escolhido para a quarta edição é “O INDIZÍVEL” [in·di·zí·vel (in- + dizível)].
É abordado nas seguintes dimensões:
  – O que não se sabe dizer [o inexplicável];
  – O que não se pode dizer [o sagrado].
Desdobra-se nos seguintes três ciclos programáticos: experiência, memória e mito.

Programa Mel – Piquenique das Artes

Fatspoon

Dia 13 de Agosto 22:00H – Parque da devesa

Como uma rica sopa de vegetais, Fatspoon é uma receita saudável que mistura ingredientes experimentados de geração em geração. De palato apurado, oferecem uma combinação peculiar das notas musicais para nutrir as palipas auditivas.
Gonçalo Palmas, João Azeredo, João Hierro, Miguel Pinto e Pedro Nadais preparam-se para lançar o primeiro registo de longa duração. No Mel, entramos na cozinha e temos o prazer de fazer as primeiras degustações.

Holy nothing

Holy Nothing

Dia 15 de Agosto 19:00H – Parque da devesa

Holy Nothing é uma banda portuguesa de música electrónica formada na cidade do Porto em 2013 por Pedro Rodrigues, Nelson Silva e Samuel Gonçalves. O trio mistura ritmos tropicais com sons industriais, sintetizadores e caixas de groove na sua produção musical, gerando um electrónico não-convencional.
Em 2020 lançaram o seu novo álbum, “Plural Real Animal”, um trabalho essencialmente colaborativo com a participação de vários artistas nacionais e internacionais, como Moullinex e BaianaSystem.

The Last International

Dia 16 de Agosto 19:00H – Parque da devesa

The Last Internationale é uma banda de rock de Nova Iorque. O álbum de estreia,We WillReign, foi lançado pelaEpic Recordsem 2014 e foi produzido pelo produtor de rock vencedor de um Grammy,Brendan O’Brien, e conta com o bateristaBradWilk(RageAgainst the Machine), que se juntou à banda também na digressão.O aguardado segundo álbum da banda,Soul On Fire, é lançado em fevereiro de 2019. Foiproduzido nos Estúdios Sá de Bandeira em Portugal. Na bateria conta comJoeyCastillo(Queens of the Stone Age). O primeiro single do álbum, “Hard Times”, alcançou oprimeiro lugar nas paradas de blues do iTunes no Reino Unido e alcançou o top 20 emmuitos países diferentes ao redor do mundo.”The Last Internationaleé um dos meus favoritos na próxima onda de roqueiros rebeldes.Eles são crus e reais e misturam as sensibilidades do rock do East Village com o poder defogo d’OCouraçado Potemkine.”-Tom Morello (Rase Agaisnt the Machine, Audioslave,Prophets of Rage)

Barry White Gone Wrong

Dia 22 de Agosto 19:00H – Parque da devesa

BWGW são uma máquina bem oleada que mistura rock, soul, blues e funk. À voz profunda e icônica de Peter De Cuyper juntam-se Miguel Décio (guitarra), Mário Moral (guitarra), Pedro Frazão (bateria) e Carlos Borges (baixo). O resultado é um som glamoroso, vibrante e cheio de atitude.
Em 2017 gravaram o primeiro álbum – “Tornado”, uma edição que lhes valeu boas críticas da imprensa e airplay em diversas rádios nacionais. O segundo disco – “Done” surgiu em 2019, confirmando a boa aceitação por parte do público. Apresentam-se em Famalicão integrados na programação do Mel – piquenique das artes 2020.

Dapunksportif

Dia 29 de Agosto 19:00H – Parque da devesa

Os Dapunksportif surgem em finais de 2004 em Peniche (Portugal) tendo por base o duo e núcleo criativo: João Guincho (guitarra) e Paulo Franco (voz e guitarra), companheiros de longa data noutros projectos e o produtor Marco Jung. O grupo é completado por Zé Carlos (bateria) e João Leitão (baixo).
Estamos na presença de uma banda Rock na verdadeira acepção da palavra: visceral, musculado e orgânico, tudo apoiado por uma secção rítmica demolidora, um groove frenético e riffs sem limites temporais. Aqui fala-se de velocidade, de veículos motorizados, de encontros inesperados, da necessidade de embarcarmos numa viagem sem regresso marcado, de vivermos cada dia das nossas vidas como se fosse o último, de Rock tocado com a força demolidora de uma bigorna.

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